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Um bumbum revelando uma peneira de irregularidades

  • Foto do escritor: Rodrigo Contrera
    Rodrigo Contrera
  • 18 de jul. de 2018
  • 2 min de leitura


A fuga do dr Bumbum (e outros eventos) mostra(m) bem claramente que existem aspectos de segurança a melhorar (e muito) no Brasil. Aspectos que não incluem apenas segurança, mas fiscalização, pura e simplesmente. Ou seja, trabalho e atendimento a regras.


O dr. Bumbum não tinha registro para atuar no município e Estado em que ocorreu o problema com sua paciente. Assim como aquele turista que morreu atropelado no RJ não havia sido identificado como foragido da Austrália (se não me engano).


Ou seja, ainda vale, de forma geral, a ideia geral de que o sujeito, quando apronta, pode se esconder no Brasil que nunca mais será achado. Ocorre que o dr. Bumbum era muito conhecido, inclusive no seu meio, ganhava bem, e portanto deveria ter suas atividades monitoradas.


Nas redes sociais, é muito comum encontrar eventos escandalosos que não viram notícia. Mas que criam o seu bafafá nas próprias localidades. É muito comum sabermos de eventos que não são apurados, e de outros que não criam massa crítica para serem notícia em palcos mais amplos (como ameaças a jornalistas).


Quando sabemos a que ponto vai o assassinato de ativistas em todo o território, e quando constatamos quão poucos crimes são apurados e investigados (se não me engano, 2%), isso se torna quase uma pandemia de descaso. Não à toa as pessoas querem autoridade, e imploram por soluções em que algo seja feito.


Claro que daí a soluções meramente autoritárias é um passo. Não estou conduzindo meu raciocínio até essa conclusão. Mas o que reparamos, de forma geral, é que como os eventos não são resolvidos (ou ficam a meio caminho disso) o respeito a qualquer instituição tende a cair. Entende-se que tudo ficará por isso mesmo, e assim fica a vida.


Muitos inclusive consideram que problemas envolvendo gente que mexe com saúde (como o dr. Bumbum) são localizados, e não merecem muito mais, a não ser manchetes de jornais. Mas pensem: se existe ele, quantos como ele (e piores) não devem existir? E que não são acompanhados, fiscalizados, e seriamente monitorados?


Pois é.

 
 
 

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