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MBL: a "censura" do Facebook, quando a fake news não cola mais

  • Foto do escritor: Rodrigo Contrera
    Rodrigo Contrera
  • 27 de jul. de 2018
  • 2 min de leitura


Estes dias a grande novidade no meio das redes sociais, ao menos em termos de política, foi o cancelamento de quase 200 perfis e páginas do MBL, pelo Facebook, perfis e páginas conhecidos por disseminar notícias falsas (fake news) e por fazer das redes sociais uma plataforma de ódio que passou a contaminar o ambiente público a tal ponto que hoje ele praticamente não consegue se ver distante de discussões odiendas, de ambos os lados.


Surgiram posts de todos os lados, inclusive de opositores do MBL, comentando o fato, parabenizando o Facebook e se congratulando pelo fim desse tipo de plataforma de ódio. Enquanto isso, alguns gatos pingados do MBL foram à sede do Facebook em São Paulo, no Itaim Bibi, reclamar e se manifestar.


Na minha opinião, o barulho a respeito é, de qualquer ponto de vista que considerarmos, excessivo. Primeiro que o MBL não é um movimento legítimo. Não representa nada nem ninguém. É formado por gente que de caso pensado utiliza suas ações para fazer barulho contra a esquerda de forma geral, mas que pouco tem a dizer. Não digo que diga nada porque eu mesmo me beneficiei de alguns de seus posts para me esclarecer sobre alguns pontos. Mas em geral o movimento é odiendo mesmo.


Iria mais além. O ambiente público é algo que tem valor. E todo aquele que trabalha de forma a contaminá-lo deveria ser punido criminalmente. Isso inclui o japonesinho que lidera o movimento e sujeitos como o Holyday. Mas mim esses sujeitos são inimigos públicos da sociedade como um todo, e deveriam estar presos, assim, pura e simplesmente, depois de transcorrido todo o processo legal. Sujeitos que se metem a deturpar informações para bagunçar a opinião pública são piores que criminosos. São ditadorezinhos em potencial, e devem ser isolados da gente de bem.


Mas o que é mais interessante nessa discussão é a ausência de apoio conseguido por movimentos como esse. Não vi qualquer comentário favorável a eles, ou à sua forma de entender ou ver o mundo. Não vi nada disso porque esse movimento não tem raízes fortes na política (se é que tem alguma), e porque as pessoas aprenderam a diferenciar o que era verdadeiro do que é falso, ou fake. Isso é interessante, porque mostra como a sociedade supera sujeitos e movimentos falsos como esse sem dificuldade. Claro, ainda vemos bobagens, mas são poucas, e poucos a replicar. Isso é interessante.


 
 
 

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