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Em quem votar para cargos legislativos? (Uma sugestão de método)

  • Foto do escritor: Rodrigo Contrera
    Rodrigo Contrera
  • 12 de ago. de 2018
  • 2 min de leitura


Faço catequese de adultos (para conseguir ser crismado), e hoje infelizmente apareceu na reunião um sujeito da igreja, candidato a deputado (não falou, mas todo mundo sabe), que se dispôs a tentar orientar para o voto consciente. Divulgou para isso a cartilha de orientação política da Regional Sul 1 da CNBB. Não irei entrar (agora) no mérito do que disse, nem em minha inapetência em ouvir qualquer um para pedir um.


Fiquei refletindo que tipo de sugestão eu daria a respeito. Isso porque sabemos que os cargos legislativos são os mais sujeitos a toma lá dá cá e a ausência de legitimidade. Não digo que os majoritários não passem por isso (passam). Mas geralmente a gente se esquece (quando não envolvido em partidos) mais facilmente daqueles em que a gente votou para esses cargos, e nem sabemos quem foram os eleitos. Eles ficam quatro anos mamando das tetas do governo, então é importante que saibamos. Isso sem contar suas bandeiras. Parto do pressuposto de que a pessoa com quem converso esteja realmente interessada em fazer valer o seu voto.


Pesquisas já dizem que estas eleições serão as com menos reeleição de parlamentares. Pode ser. Há quem sustente que esse deve ser um critério básico na hora de votar. Não sei. Sei que há alguns de nós que se interessem por bandeiras, outros que se interessem por temas, e outros que navegam meio sem rumo, ao sabor das propagandas ou dos nomes apresentados. Poucos conseguem anotar aqueles parlamentares que votaram contra assuntos de nosso interesse, e poucos conseguem acompanhar os lançamentos de candidaturas por gente nova. Ficamos em geral perdidos com muita informação e com pouca informação relevante.


Minha sugestão é bastante simples.


Todos nós temos temas, assuntos e bandeiras de preferência. Há quem valorize direitos das mulheres, ou apoio a movimentos culturais, ou posturas definidas quanto a assuntos econômicos, etc. Minha sugestão é que, pensando conosco mesmos, escolhamos aquele assunto para o qual iremos dedicar o nosso voto. Em seguida, que façamos uma pesquisa por google com "candidato" e "assunto", também colocando de preferência o partido que nós é mais interessante. Com isso teremos alguns nomes. Em seguida, podemos pesquisar também na internet quanto à ficha do candidato, se é novo, ou se é velho e está sendo investigado. Por último, podemos ver - caso o deputado/a esteja já atuante - como ele votou em outros assuntos.


Com isso, a gente pode se lembrar mais facilmente por que votamos, em que partido votamos, e se o político/a estava limpo/a ou não, assim como se ele/a tem voto similar às nossas escolhas. Pense nisso. Votar de cabresto, eu especialmente não aprecio.

 
 
 

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